A realidade brasileira exige um conhecimento multifacetado das situações que envolvem uma empresa, no dia-a-dia da sua atividade.

Não é por menos que, na busca incessante da sua viabilização econômica, as empresas podem e devem adotar todas as formas para reduzirem seus custos no que envolve aspectos societários, trabalhistas, econômicos, contábeis e financeiros.

Nesse sentido, o governo, em suas diversas esferas, adota todos os meios, inclusive os inconstitucionais, para aumentar a sua arrecadação. É o conflito de interesse entre o fisco e o contribuinte, que tristemente impera no Brasil. Um lado quer arrecadar o máximo que puder para aliviar as suas contas e o outro pagar o menos possível, em nome da competitividade e da própria sobrevivência.

Existem situações em que o contribuinte não recebe o produto de uma venda, por inadimplência do seu cliente, por exemplo, e mesmo assim os tributos devem ser recolhidos. O que fazer numa situação dessas, que é bastante comum?

Entra em cena a figura da estratégia, a palavra chave da administração tributária, através da qual se define, por exemplo, o caminho a seguir na busca do melhor resultado. É na definição da melhor estratégia tributária que as empresas podem contar com a experiência de 13 anos da AUDITRAN CONSULTORIA EMPRESARIAL e sua equipe de profissionais altamente capacitados com a vivência em empresas de capital nacional e internacional aplicando soluções empresariais, fiscais e tributarias, principalmente porque existem muitos caminhos errados que podem ser seguidos no mundo tributário.

A escolha é muito complicada em razão das armadilhas que são preparadas para surpreender o contribuinte, que por mais preparado que esteja, são pegos no contrapé desse verdadeiro mundaréu de leis constituído justamente para arrecadar cada vez mais.
Não é sem motivo que estamos com uma arrecadação recorde na casa dos 40% do PIB, alcançada a custa de muito sangue, suor e lágrima do contribuinte brasileiro.

A definição da melhor estratégia é fundamental, porque, no estrito contexto do mundo legal e jurisprudencial, mostramos o caminho a trilhar: (a) na administração do passivo tributário gerado pelas empresas nos últimos anos; (b) na conciliação do planejamento tributário administrativo com o judicial; (c) na maximização dos aproveitamentos dos créditos fiscais possíveis; (d) na melhor forma de repercussão contábil dos efeitos tributários no patrimônio da empresa (ativo e passivo); (e) da linha de defesa a ser adotada nos casos de autuação fiscal e em todas as outras situações que naturalmente decorrem da estrutura tributária existente.